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INTRODUÇÃO
Em Gálatas está registrada a grande questão entre a lei e a graça. De um lado, os judeus convertidos, apegados à lei, exigiam que os gentios convertidos passassem por todo o cerimonial judaico; e de outro, o advento dos gentios propondo a superioridade da graça diante dos rigores da lei. Não existem vencedores! O êxito está em equilibrar os propósitos da lei com as possibilidades da graça. Como nenhum ser humano conseguiu cumprir a lei, Jesus veio para cumpri-la em nosso lugar, atendendo à justiça divina e inaugurando definitivamente a justificação pela graça. Se a graça fosse ilimitada, não haveria nem a necessidade de arrependimento e conseqüente mudança de vida. O pecado de Adão não foi automaticamente extirpado. Somos salvos pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, mediante uma escolha pessoal e voluntária. Deus criou o mundo e o estabeleceu sob leis físicas e morais. Quando alguém quebra uma lei física, há conseqüências: fogo, água, altura. Não haveria conseqüências ao quebrar as leis morais? Em Mateus 7.13,14 há uma indicação bem clara que o ser humano tem uma escolha para fazer. Ele já está no caminho largo que conduz à perdição. A lei já definiu o seu fim. A salvação será pela graça, mas ele tem de escolher o caminho estreito. Equilibrar lei e graça é o grande desafio da igreja! Gálatas nos ajuda, tremendamente nisso e nos oferece muitos subsídios para a nossa reflexão.
A LIBERDADE DIANTE DO PECADO (GL 5.1-15)
O valor destacado é a fé que opera pelo amor. O homem zeloso para Deus é, predominantemente, homem de uma só coisa. Não basta dizer que é animado, ativo, inflexível, perseverante até o fim, dedicado, fervoroso de espírito. Ele vê, cuida, vive e está absorvido apenas por uma coisa: agradar a Deus. Viva ou morra, na saúde ou na doença, na riqueza ou pobreza, agrade ou ofenda os homens, seja considerado sábio ou louco, receba censura ou louvor, honra ou vexame. Com tudo isso, o homem zeloso, absolutamente, não se preocupa. Seu coração está obstinado e arde por somente uma coisa: agradar a Deus. Um homem assim sempre achará uma oportunidade de servir. Mesmo que lhe cortem o apoio para trabalhar, não dará descanso ao Senhor em oração até que outra porta se abra e o socorro venha. Uma frase conhecida é: “a coisa principal é fazer a coisa principal”. A coisa principal é conhecer, profundamente, o Senhor e agradar-lhe em tudo. Discípulo de Jesus usa avental e não babador. Busca ser afável e longânimo. Beicinho não faz parte do seu relacionamento com os irmãos em Cristo. Suporta em amor e perdoa os mais fracos. Não usa da liberdade e nem de sua posição de discipulador ou líder na igreja para humilhar entristecer e desencorajar o seu irmão. Somos membros uns dos outros e, na verdade, ferir o irmão é, também ferir a si mesmo. Vamos adotar a confrontação em amor, quando houver necessidade. Será que estamos dispostos agradar a Deus e não a nós mesmos?
OBRAS DA CARNE (GL 5.16-21)
A luta da carne com o Espírito é a maior guerra da humanidade. Satanás é mau e nele não há bondade alguma.
Ele é um aproveitador de oportunidades.
Nossa carne quer o pecado, o prazer e a satisfação plena do eu. Somos, naturalmente, egoístas, orgulhosos, confiamos desconfiando das pessoas, faladores, mais concorrentes que cooperadores! A causa principal é que alimentamos mais a nossa carne que o nosso espírito. Permita-me ilustrar isso com a experiência que você já deve ter ouvido. Um indígena convertido queria ser fiel e livrar-se da sua tão forte inclinação carnal. Estava desesperado e frustado por tentativas que não lhe traziam os resultados almejados. Entendeu como poderia vencer essa guerra, quando o missionário apontou para os seus dois cães e disse: “suponhamos que você queira que o cão branco vença o cão amarelo quando você colocar os dois para brigarem! Naturalmente, o mais fraco vai perder para o mais forte. Então dê o mínimo de comida para o amarelo e toda a comida possível para o branco. Dentro de algum tempo, o cão branco vai sempre vencer o cão amarelo”.
Aquele homem entendeu que o vencedor seria o que fosse melhor alimentado! A gente da mais comida para a carne ou para o espírito? Assim, fica fácil para definir quem terá sempre a vitória! A nossa natureza espiritual se alimenta de oração, Bíblia, culto, evangelismo, discipulado, bons amigos e, em resumo, em agradar a Deus. As obras da carne nos empobrecem espiritualmente e robustecem a nossa velha natureza. Graças a Deus por Jesus Cristo.
AS OBRAS DO ESPÍRITO (GL 5.22-26)
O Salmo 42 inicia com uma súplica: “Tal como o cervo anseia pelas correntes das águas, assim a minha alma suspira por ti, ó Deus!” O cervo é um animal selvagem cuja temperatura do corpo se eleva muito quando corre. Desesperadamente busca as correntes das águas para esfriar o seu corpo.
O salmista pensa num cervo para ilustrar a profunda necessidade de sua alma pela presença de Deus. A lei da física afirma que “dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço” e o dito popular afirma que “a boca fala daquilo que o coração está cheio. Se alguém quiser colher milho precisará semear milho. Ás vezes, fico impressionado com pessoas que dizem ter tanta afinidade e intimidade com Deus tropeçando em coisas insignificantes e brigando por nada. Uma alma que busca a Deus com disciplina e intensidade, normalmente, produzirá o fruto do Espírito. São nove gomos de uma mesma laranja. Temos que trabalhar em nossos pontos vulneráveis. Toda água de um barril terá a altura da aduela mais baixa. Se pratico tudo bem, mas tropeço na mansidão, toda minha reserva espiritual vai sair até o nível mais baixo, A virtude seria elevar esse nível e toda a vida seria abençoada.
A SOLIDARIEDADE NECESSÁRIA (GL 6.1-5)
Não existe contradição entre os versículos 2 e 5. O versículo 2 fala das pressões e lutas da vida, e o versículo 5 da carga de um navio. O versículo 2 fala de coisas emocionais e o versículo 5 e coisas materiais. Todos temos a possibilidade de uma queda . Se ninguém está isento, todos temos que ter muito cuidado. Somos profetas e sacerdotes uns dos outros. O profeta previne da queda e o sacerdote intercede e ajuda a levantar a vítima, com amor e empatia.
A AJUDA MÚTUA (GL 6.9,10)
Nossa preocupação m ajudar é requerida, especialmente aos irmão na fé. Se a igreja tem atividades e evangelísticas ou algum ministério para atrair os de fora, ainda mais precisa ter Embaixadores do Rei, Mensageiros do Rei e ministério para adolescente e jovens, para conservá-los nos caminhos de Deus e ajudar no seu crescimento espiritual. Não seria uma boa mordomia cuidar dos fora e negligenciar os de casa. Como está a sua igreja neste sentido? Há alguma melhora a fazer?
CONCLUSÃO
Que marcas devemos levar, segundo o desafio de Gálatas 6.7? Era comum nos tempos bíblicos os donos dos escravos colocarem suas marcas em cada um. Isso significava lealdade e propriedade. Outros tatuavam o corpo com as marcas dos seus deuses, simbolizando lealdade. Quando criança, lembro que meu pai aquecia um ferro com as iniciais do seu nome e marcava o gado. Hoje, muitos tentam demonstrar seu compromisso com camisas, até tatuagens e cruzes penduradas no pescoço. Alguém disse que é fácil carregar Jesus no peito, mas é preciso ter peito para carregar Jesus.
Um discípulo de Jesus provaria a sua lealdade e propriedade com quatro marcas: renúncia ( Lc9.23 e14: 33); permanência na Palavra (Jo 8.31); amor aos irmãos (Jo 13.34,,35); e produção de frutos (Jo15.8).
Essas marcas já estão na sua vida? Qual ou quais faltam? Compartilhem e orem uns pelos outros.
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INTRODUÇÃO
Efésios é uma carta paulina toda voltada para a igreja. Grande expressão do amor e cuidado do apóstolo com os santos que estão em Éfeso e fiéis a Cristo. O propósito das cartas eram para refrescar a memória dos crentes, avivá-los na fé e fazê-los lembrar do que lhes tinha sido ensinado. Ser santo é mais que estar separado do mundo. É ter vida íntima com Deus e, profundamente, comprometida com ele. A igreja deve ser um centro de capacitação para impactar o mundo. A principal tarefa do pastor é o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério. O processo de evangelismo não está completo na conversão e batismo da pessoa. Temos a grande responsabilidade de ensiná-los a fazer tudo que Jesus nos ensinou até que ela possa ganhar outros e ensiná-los também. Alguém o discipulou e o transformou num ganhador de almas?
A FORMA DE ANDAR DO CRENTE (EF 4.1-3)
Um dos verbos mais importantes na vida de um discípulo é a o andar. Quando, como, onde, com quem e para que, são perguntas que precisamos fazer para andarmos como é digno da vocação com que fomos chamados. Como é fácil esperar mais dos outros do que de nós mesmos! Êxito na vida é ser mais amado pelas pessoas que nos conhecem mais. É na nossa família que conhecemos mais as pessoas do que em qualquer outro lugar. Vivemos dias, meses e anos deixando transparecer o que temos de melhor e o que carregamos de pior. É necessário haver paciência e tolerância de uns para com os outros. Não é muito diferente na igreja. No convívio com os irmãos, passamos a conhecer as fraquezas e as virtudes uns dos outros. Temos que “suportar uns aos outros em amor” (Ef 4.2). Temos que andar com os outros na certeza de que quando Deus não muda as coisas em relação a nós, ele nos muda em relação as coisas! Temos tentado mudar as pessoas? Não seria mais fácil se as mudanças começassem em nós?
VELHO E O NOVO HOMEM (EF 4.20-32)
Ao andar pela vida, encontramos muitas bifurcações na estrada. Seguidamente temos que decidir se vamos avançar na direção que a carne deseja ou na obediência e fidelidade a Deus. No treino para uma maratona, a primeira corrida é sempre terrível, mas, à medida que o corredor vai adquirindo força e resistência, fica mais fácil e ele pode ir mais longe. Em Romanos 6.11 está escrito: “Assim também vós, considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus”. Sabemos que ninguém vai ao cemitério cobrar uma dívida de uma pessoa que morreu. Não podemos ficar vivos para satanás e lhe dar a chance de se intrometer em nossa vida. A nossa dívida já foi paga por Jesus com o seu precioso sangue! A fé me faz dizer: “Independentemente do que satanás diga, do que meu corpo queira, de quão rápido e fácil pareça e de quão secreto seja, eu escolho agir do modo como Deus quer que eu aja”. Você sabe a razão pela qual os ratos e as moscas gostam de freqüentar as lixeiras, ainda que vazias? Geralmente, eles não foram bem lavadas e há restos de lixo nelas. Se forem lavadas, estarão mais protegidas! Não podemos permitir que restos do velho homem atraiam Satanás!
A IMITAÇÃO DE CRISTO (EF 5.1-16)
Siga a onda. Este é o clássico conselho presente em nossos dias dentro de um mundo permissivo. Temos que decidir o que é importante e coerente com aquilo que professamos. Poderemos imitar Jesus quando tivermos uma vida cheia do Espírito Santo e controlados por ele. Eu jamais poderia ser um Guga, no tênis a não ser que eu me revestisse dele. Isso é possível ao Espírito Santo fazer com a nossa vida. Imitar a Cristo só será possível:
1) se levarmos a sério e com disciplina uma vida de oração e obediência à Palavra;
2) se firmarmos nossas convicções: Deus está sempre comigo; a proteção de Deus está sobre mim; a providência de Deus está sempre diante de mim;
3) se formos discipulados por alguém que nos ajude a vencer os nossos pontos fracos e a exercer os nossos dons espirituais, compartilhando com essa pessoa as nossas lutas e vitórias. Deve ser alguém mais crente que eu, do mesmo sexo e, de preferência, com mais idade. Imitar a Cristo é deixar sempre não para o Diabo e sim para ele.
OS DEVERES DOS CRENTES (EF 5.22-6.9)
O ensino geral da palavra de Deus é que o casamento foi instituído por Deus para propiciar companheirismo e prazer (Gn 2.18); para a procriação da raça (Gn1.28) e para a preservação da pureza na família e na sociedade (1Co 7.2). Nada existe na Bíblia que sugira que o casamento é incompatível com uma vida de pureza, devoção e serviço a Cristo. Antes, é-nos lembrado que “digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula” (Hb 13.4). Os cônjuges não podem desprezar as suas responsabilidades domésticas, abandonar o outro e filhos e, de repente, partir como missionário. Também, não devem usar a mulher e os filhos como desculpa para dar a Cristo o segundo lugar. Do mesmo modo, o relacionamento entre patrões e empregados deve ser regido pela Palavra. Quanto mais espirituais formos, melhores profissionais seremos. O marido, a esposa, os pais, os filhos, os patrões e os empregados, se são crentes, devem ser os melhores. Com a orientação bíblica de que “Importa obedecer a Deus que a homens” (At 5.29), dita num contexto de proibição para pregar o evangelho, muitos se tornam rebeldes, omissos e descomprometidos, abandonando outras orientações bíblicas muito claras para cada situação. Isso tem prejudicado o testemunho e posto barreiras para muitas conversões e minado a harmonia dentro das famílias e ambientes empresariais. Você poderia mencionar alguma experiência nesse sentido?
A ARMADURA PARA O CRENTE (EF 6.10-17)
Em outra lição, já consideramos este texto, mas vale a pena recordá-lo muitas vezes. O cristianismo verdadeiro está muito longe do passatempo folclórico com que se distrai a cristandade moderna. Ao contrário, é uma luta mortal, um incessante conflito com as forças do inferno. Nenhum discípulo vale a pena viver se não perceber que a batalha está em andamento e sem retorno. Na guerra, é preciso haver comando, humildade, unidade, austeridade, vida sacrifical, boas estratégias, bons equipamentos e armamento de qualidade para vencer o inimigo. Esse texto nos trás tudo isso e ainda o mais importante: a nossa força está no Senhor dos Exército! Sigamos o nosso comandante Jesus, revistamo-nos do poder do Espírito, estejamos unidos e empunhemos as armas. O Diabo é que precisa se cuidar, pois as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja (Mt 16.18). Estamos preparados?
CONCLUSÃO
Trabalhar sozinho é desencorajador. O líder precisa discipular e equipar a igreja como um todo, individualmente ou por meio de pequenos grupos multiplicadores. Liderar é influenciar pessoas. Com exceção dos tempos de oração, Jesus não fazia nada sozinho. Desenvolver pessoas é difícil e leva tempo. Jesus levou três anos, usando 24 horas diárias com os seus discípulos. Ter uma visão e uma causa é a chave para uma liderança vitoriosa. Nossa visão precisa ser do tamanho de Deus para agregar pessoas para nós. Grandes líderes têm grandes visões. O desafio de Paulo aos crentes de Éfeso é que eles estivessem preparados para a batalha. A riqueza da igreja é o povo e não as coisas. O líder pode pôr um teto no seu ministério se não buscar e capacitar as pessoas certas que queiram realmente cumprir a vontade de Deus em suas vidas. Pessoas certas são aquelas que têm bom caráter, integridade e disposição para serem cheias do Espírito Santo e usadas por ele. A chave não são os títulos e nem a posição financeira. Como John Wesley disse: “Dê-me cem homens que amem a Deus de todo o coração e não temam nada, exceto o pecado, e abalarei o mundo.” Quantos aqui já estão envolvidos nessa guerra?
INTRODUÇÃO
A igreja de Filipos foi plantada graças aos esforços do próprio apóstolo Paulo durante a sua segunda viagem missionária, conforme registrado em Atos 16.12-40. Podemos dizer que o tratamento tão carinhoso com esses irmãos prendeu-se ao fato de que essa cidade ficou marcada na vida de Paulo pelo ocorrido na prisão e por se tratar de uma igreja generosa que supria as suas necessidades. É uma carta de agradecimento e exortação, abordando vários temas de vital importância para a firmeza e desenvolvimento daqueles irmãos amorosos e dignos de muitos elogios. A sublimidade da carta é realçada quando conclama os filipenses para que houvesse neles o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus e a recompensa que lhe foi assegurada por Deus (Fl 2.1-5). Uma das maiores marcas do discipulador cristão é a sua preocupação com a fidelidade contínua e o crescimento constante do discipulando. Vejamos.
A CAUTELA NA VIDA DO CRENTE (Fp 3.1-3)
Socorro! Ainda não estamos no céu! Estamos na terra sujeitos às provações, tentações, enfermidades, perdas, limitações financeiras, heresias, falsas acusações. Mas, não obstante a tudo isso, precisamos estar alegres. Na minha ingenuidade de criança, pensava num bom crente como alguém sério sem humor e meio afastado das pessoas. Na adolescência, mudei completamente de idéia. Convivi com um diácono e um pastor muito fiéis e profundamente comprometidos com o Senhor que eram divertidos, bem humorados e amicíssimos de todos. A melhor imagem de um crente é alguém alegre, de bem co a vida e preocupado com o bem estar dos outros. O amor a Deus e ao próximo estão acima dos traços da personalidade. É sempre bom lembrar que o crente precisa ter cuidado com os falsos mestres e com os “ pratos de lentilha” oferecidos, especialmente quando respondem a uma necessidade urgente. Há irmãos nossos que nunca estão satisfeitos em lugar nenhum. O egoísmo e a falta de compromisso com a igreja e o Senhor da igreja os jogam para todos os lados. Deus, também, está presente na sua igreja. Por outro lado, quatro perguntas precisam ser respondidas:
1) O Deus que pregamos, fez, faz e fará maravilhas no meio do seu povo?
2) O que é que a outra igreja tem e o que faz que não está disponível na sua igreja?
3) A comunhão na sua igreja alcança a todos os membros de modo que cada um se sinta amado e acolhido?
4) Em que se pode melhorar?
VIDA MUNDANA X VIDA CRISTÃ (Fp 3.7-14)
Quando o homem se compromete com Jesus, não lhe parece importante viver ou morrer. Tudo que importa para ele é que o Senhor seja glorificado. Jim Elliot estava certo quando disse: “Não é louco aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder”. Há muitos que oferecem suas vidas no interesse de pesquisas médicas. Outros morrem para resgatar entes queridos de edifícios incendiados. Outros morrem em combate para salvar o seu país de forças inimigas. Entretanto, não é fácil morrer para as coisas mundanas. Você, algumas vezes, já voltou para casa após o culto na igreja ou vindo de um acampamento com o desejo de agir melhor e percebeu que depois de poucos dias todo voltou ao normal? É possível que sua decisão não foi seguida de alvos e nem tenha feito um plano de ação, com atividades programadas que pudessem dar consistência ao que decidiu fazer. O Diabo age estrategicamente e não podemos brincar com ele. Leia o texto acima e descubra o que Paulo perdeu e o que ganhou. Planeje viver a sua vida a partir dos ganho s e não das perdas, exatamente com Paulo nos inspira fazer!
O MODELO A SER SEGUIDO (Fp 3.15-17)
É muita coragem e responsabilidade desafiar os outros a que nos imitem. Certa vez, caí de uma grande altura por ter pisado num galho seco de uma árvore frutífera. Havia frutos em abundância, mas não me dei conta daquele galho sem vida, mesmo ainda fixo na árvore. Isso acontece com muitas pessoas no sentido espiritual. Há membros nas igrejas que participam de tudo e aparecem em tudo, dando a impressão de estarem firmes na fé, mas são galhos secos que não produzem frutos e uma constante ameaça aos menos avisados.
À igreja e ao pastor, cabem muito cuidado na escolha de líderes para as crianças, adolescentes e jovens. Devem ser pessoas comprometidas com Deus, imitáveis, de moral ilibada e caráter cristão a toda prova. Falhar numa escolha dessas poderá ser uma catástrofe. Por outro lado, os pais devem cooperar com esses líderes para que tenham prazer e alegria na realização desse trabalho, com encorajamento, presentes em ocasiões especiais e que participem, também, de viagens e atividades, ajudando no cumprimento de horários estabelecidos. O valor desses líderes na vida dos nossos filhos é imensurável. Ajudemos para que sejam dignos de ser imitados. Nenhum de nós é obra acabada porque, também, não há limites de crescimento para uma vida com Deus.
UMA ATITUDE POSITIVA (Fp 4.5-9)
O pensamento é o pai do fato. O conselho é saber pensar e escolher no que pensa. Já foi dito que o otimista inventou o avião e o pessimista, o paraquedas.
O otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade, mas o pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade. Nossa mente pode ser direcionada para coisas boas e para coisas ruins. Jesus disse que “o homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do meu tesouro tira coisas más” (Mt 12.35). Se entesourarmos coisas boas, vamos tê-las para tirar! Temos que ter cuidado com a nossa memória. Ela é uma foto da alma. Pode ser bênção ou maldição. Faz-nos bem lembrar de coisas boas: o dia da conversão, formatura, nascimento dos filhos, casamentos e, também, ocasiões felizes com pessoas que já partiram. Devemos esquecer as mágoas, ressentimentos, perdas e ofensas. Nisso aplica o versículo 7, pois a paz de Deus guardará os nossos corações e os nossos pensamentos e m Cristo Jesus. Que pensamentos o perturbam e que pensamentos o alegram? De quais devemos encher a nossa mente, de acordo com o versículo 8?
A VITÓRIA SOBRE A NECESSIDADE (Fp 4.10-13)
A maior declaração de saúde mental que alguém poderia fazer está no versículo 11. Que fé extraordinária! Estar experimentado em tudo é disposição para enfrentar o que vier. Nada é capaz de surpreender a um servo de Deus bem alicerçado. Com certeza, não temos tudo aquilo que gostaríamos de ter, mas o importante é nos alegrarmos com o bom uso daquilo que temos. Perguntaram a um homem rico o que ainda gostaria de ter. Ele respondeu: “Todas as minhas dividas”. Sua satisfação só iria chegar quando tudo a ele pertencesse. Alexandre Mágno, depois de conquistar o mundo todo, pediu para ser sepultado com as mãos fora do caixão porque queria que todos soubessem que nasceu de mãos vazias. Um crente pediu para colocar sobre o seu túmulo a seguinte inscrição: “O que gastei, tive; o que guardei, perdi; o que dei, tenho”. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo senhor. Abracemos a promessa que está no versículo 19, garantida aos generosos irmãos Filipos.
CONCLUSÃO
Que tamanha fé nos encoraja a chegarmos lá. Esse é o exemplo a ser seguido com seriedade e dedicação. Alguém já afirmou que “é melhor tentar grande coisas e fracassar que ter sucesso em nada”. Muitos têm como alvo nada fazer e sempre o atingem em cheio. Mas Paulo disse: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13). Ele, por si só, não poderia nada, mas tudo seria possível com a ajuda de Deus. Será que abrigamos alguns sonhos e desejos em nossos corações e desistimos até de orar por julgarmos impossível de serem realizados? Termino com mais um grande conselho de Paulo em Romanos 12.12: “Alegrai-vos na esperança. Sede pacientes na tribulação e perseverai na oração”.
INTRODUÇÃO
A Carta aos Colossenses compartilha de alguns dos mais profundos raciocínios de Paulo quanto à redenção humana. Enfatiza e apresenta uma visão elevada da pessoa de Cristo. Não foi o plantador da igreja (Cl 1.4 e 2.1). Era uma igreja composta, em sua maioria, de gentios (Cl 1.27;2.13), cuja vida anterior foi radicalmente transformada pela experiência da salvação. Não importava o que tinham sido, mas a nova vida em Cristo teria que ser assumida. O propósito da carta foi orientar os crentes quanto às heresias reinantes que questionavam a própria divindade de Jesus, e apresentá-lo como o Filho amado de Deus. Valorizou o trabalho de discipulado feito por Epafras a quem conferiu toda a credibilidade e apelou para que “assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai” (Cl 2.6). Receber Jesus como Salvador foi apenas o início de um processo. O compromisso assumido e honrá-lo por meio de uma vida de fé e obediência.
O VIVER PARA CRISTO (CL 3.1-4)
Se os consumistas e os islâmicos podem ser tão dedicados à suas causas, quanto mais os crentes deveriam derramar-se em amoroso e feliz devoção em prol do seu glorioso Senhor! Os que são constrangidos pelo amor de Cristo não considerarão nenhum sacrifício grande demais para fazer por ele. Farão por amor a ele o que não fariam por lucro deste mundo. Quando uma senhora em visita a um leprosário viu uma missionária enfermeira cuidando de um doente, disse: “Eu não faria isso por dinheiro algum”. Ao que a missionária respondeu: “Eu também não faria”. Jesus nunca tentou adular os homens levando-os a uma enganosa profissão de fé. Tampouco procurou um grande número de seguidores pregando uma mensagem popular. Em João 6.60-67, uma grande multidão o seguia. No fim, todos o abandonaram, com exceção dos 12 discípulos. Aí, Pedro afirmou que os discípulos o seguiam porque nele criam, o conheciam e não tinham outra alternativa para as suas vidas. Ser discípulo e fazer discípulos não são frutos apenas da criatividade, iniciativa e sabedoria humanas, mas do próprio amor, cuidado e disposição divina de nos apoiar nisso, em face do seu propósito maior que é a salvação de todos.
O CUIDADO COM AS COISAS MUNDANAS (CL 3.5-17)
A consciência pura é tão importante que deveríamos nos esforçar todos os dias para mantê-la em paz. Uma consciência pura significa que todos os seus relacionamentos, com Deus e com as pessoas estão bem. Nossa oração constante deveria ser o Salmo 139.23-23 “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso e guia-me pelo caminho terno”.
Só o Espírito Santo de Deus pode transformar nossas mentes. Leia Efésios 3.14 e 16. Entristecemos o Espírito quando escolhemos pensa, sentir ou fazer alguma coisa errada. Por Deus ser santo, o pecado o magoa e o entristece.
T.B.Maston nos sugere três testes antes de fazermos qualquer coisa:
1) O teste do segredo: Todos poderão saber?
2) O teste da universalidade: O que seria do mundo se todos fizessem?
3) O teste da gratidão: Posso agradecer a Deus pelo que vou fazer?
Se alguma dessas respostas for negativa, não devemos fazer! Não nos iludamos! Nossa natureza carnal não quer Deus; antes deseja o mundo e os seus prazeres! Estamos numa guerra e precisamos vencer todas as batalhas. Um cochilo pode ser fatal.
VIDA EM FAMÍLIA (CL 3.18-21)
Se os crentes assumissem mais os deveres familiares com amor, dedicação e honra, o mundo estaria melhor preparado para rejeitar as leis que vão de encontro direto contra a Palavra. Mulheres insubmissas porque, também, maridos não as amam e as tratam asperamente; filhos rebeldes em lares onde são provocados pelos pais. A corrida pelo conforto e novos diplomas também em contribuído para o distanciamento da família. Muito cuidado com a televisão, filmes, MSN, Orkut, skype e sites, especialmente, os pornográficos! Essas alternativas modernas têm roubado impiedosamente o pouco tempo que as famílias já possuem para estar juntas, servindo de fuga e desculpas para cada um ficar na sua e o Diabo na de todos! Se continuarmos a fazer o que estamos fazendo, vamos continuar a receber o que estamos recebendo. Nada muda, se nada muda! Precisamos melhorar a comunicação na família, o tempo juntos para oração e lazer, executar ações de amor e carinho de pais para com os filhos e dos filhos para com os pais; o casal intensificar alguns programas fora de casa e cultivar amizades sadias com outros casais e famílias que possam promover auxílio mútuo.
A VIDA EM ORAÇÃO
Jesus em Lucas 18.1-8, falou ore o dever de orar sempre e nunca desfalecer. Contou que um juiz que não temia a Deus e nem amava os homens, molestado por uma viúva para que resolvesse a sua causa, a atendeu em face da sua insistência. Concluiu o ensino dizendo no versículo 7: “E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles”? Jesus nos ensina a insistir com Deus em nossas orações. Enquanto oramos, mostramos o nosso interesse e necessidade daquilo que pedimos. Orar com insistência não tem nada a ver com vãs repetições. Oswando Chambers disse algo muito importante sobre a oração: “A oração não simplesmente nos habilita para a grande obra. A oração é a grande obra”. Vivemos num momento da história em que a oração tem sido esquecida com muita facilidade. Antes da penicilina, qualquer infecção era motivo para intensas orações! Muitas enfermidades, que hoje são consideradas leves, matavam. A única solução era a busca de Deus. Hoje, quando alguém é acidentado ou precisa com urgência de um médico, a oração é quase que descartada. Antes do celular, qualquer atraso era motivo de preocupação e muita oração. Hoje, liga-se o celular e tudo se resolve. Por isso Jesus terminou com uma pergunta (v.8): “Contudo, quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”
O BOM SENSO CRISTÃO
Os incrédulos esperam que os crentes procedam como crentes. Muitos se decepcionam ao conhecer um crente que não vive como crente e até zombam dele. Algumas vezes, também, o crente se surpreende com um incrédulo que não têm vícios e nem pratica sexo fora do casamento. Um empresário pediu para um dos seus funcionários crente comparecer como testemunha diante de um juiz. O seu sócio disse o seguinte: “Por que você chamou esse homem? Ele não vai mentir” E o crente mentiu! O empresário o chamou e disse: “Você me decepcionou! Será que foi com medo de perder o seu emprego? Queimei a minha língua pois apostei que você não mentiria”. O que você faria numa situação dessas?
Ensina Provérbios 23.23: “Compra a verdade, e não a vendas; sim, a sabedoria, a disciplina; e o entendimento”. Os que estão de fora querem ver se a nossa fé funciona apenas na teoria! O que você gostaria que colocassem sobre o seu túmulo? Divulgue para que todos saibam e cobrem de você essa virtude, a partir de agora!
CONCLUSÃO
Ouvi dizer que o famoso campeão mundial de box, Mike Tyson, entrou num avião, sentou-se bem à vontade numa enorme cadeira de primeira classe e não colocou o cinto de segurança. A aeromoça pediu para que ele o colocasse. Ele, a seu modo costumeiro, disse: “Um super-homem não precisa de usar cinto!” A aeromoça, então, respondeu: “Um super-homem não precisa de avião, mas se está no avião, tem que usar cinto”.
Ninguém se tornou um crente de maneira obrigatória! Cada um tomou a decisão de se submeter ao senhorio de Jesus. Coerentemente, deve assumir o alto preço do discipulado, com fidelidade e dedicação.
INTRODUÇÃO
A plantação desta igreja está em Atos 17.1-14, durante a segunda viagem missionária do apóstolo Paulo. Como teve que sair muito depressa devida às perseguições, envia esta carta para melhor firmar a fé dos crentes. Expressa o relacionamento de muita profundidade do apóstolo com esses irmãos. Claramente, podemos identificar no capítulo 1 as características da igreja e, no capítulo 2, as qualidades do líder. No capítulo 3, o líder mostra sua gratidão e cuidado para com a igreja. Nos capítulos 4 e 5, várias exortações, instruções, desejos e saudações. Seria bom que o professor pegasse um papel e anotasse as características da igreja de Tessalônica no capítulo 1 e verificasse quais destas características podem ser encontradas na sua igreja. Em 1 Tessalonicenses 2.8 e 20 está o resumo da carta e mostra a exuberância da um discipulado sério e comprometido, digno de imitação por parte das igrejas de hoje. Será que podemos chegar a esse nível nas igrejas batistas do Brasil? Precisamos chegar e urgentemente!
O VIVER DIFERENCIADO DO CRENTE (1TS 4.1-8)
O discipulador precisa ter esse tipo de autoridade para reivindicar fidelidade dos seus aprendizes. Quem tem o trabalho árduo de discipular, sente-se tremendamente recompensado com o progresso dos seus discipulandos. Você já experimentou a alegria de discipular pessoas e vê-las entusiasmadas e ativas na obra de Deus? Existem algumas áreas na vida nas quais se precisam definir convicções. Se você é um jovem, precisa ter convicções firmadas quanto ao sexo, namoro, bebidas, drogas, internet, mentiras e relacionamentos com seus pais. Procure descobrir onde estão os seus pontos fracos e busque ajuda de conselheiros idôneos para o ajudarem caso você não tenha um discipulador. Também, descubra na Bíblia o que Deus ensina sobre esses assuntos. O desafio é buscar uma vida santa por meio de um processo de santificação. Só existem duas alternativas: ou eu uso Deus para que ele me ajude a fazer o que eu quero, ou eu me coloco inteiramente nas mãos dele para fazer o que ele quer. Um jovem confessou que teve uma relação sexual com sua namorada e se mostrava muito arrependido e choroso. Instado se não estava preocupado dela ter se engravidado, ele respondeu: “Não, porque usamos preservativo!” O pecado não os surpreendeu. Já estava planejado! É provável que ele não tivesse firmado convicções nesta área tão arriscada.
A PRÁTICA DO AMOR FRATERNAL
Porque amar é tão importante? Se você tiver dificuldade em amar, terá dificuldade em obedecer. Faça do seu amor a Deus a prioridade da sua vida. Assuma um compromisso agora e renove-o todos os dias, de amar a Deus com todo o seu ser. Quanto mais você conhecer Deus, mais irá amá-lo.
Se uma pessoa quiser conhecer a vontade de Deus, a primeira responsabilidade é amá-lo. Em João 4.21 há ma conseqüência lógica: “E dele temos esse mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão”. Os verdadeiros discípulos são conhecidos pelo amor de uns para com os outros (Jo 13.35). Esse é o amor que leva o crente a considerar os outros melhores do que ele. O apóstolo do amor, também, escreveu: “Filhinhos, não amemos de palavras, nem de língua, mas por obras e em verdade” (1Jo 3.18). Já estudamos em lição anterior que amar é um ato da vontade. Você precisa escolher amar. Não deixe que os sentimentos e as emoções o dominem. Você é mais que as circunstâncias. O Espírito Santo que habita em nós concede-nos poder para fazer aquilo que sozinhos não teríamos condições. O caminho da fé é expresso pelo caminho do amor. Quanto mais fé, mais amor entre os irmãos, mais disposição de ajudar uns aos outros.
ESPERANÇA DO DIA DO SENHOR (1TS4.13-5.11)
Em 1 Coríntios 15.19 lemos que “se é só para está vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima”.O crentes do primeiro século aguardavam a volta de Jesus para os seus dias. Por isso, tinham muito ânimo e urgência na pregação e no discipulado e menos preocupação com a vida terrena. A realidade de que o mundo jaz no maligno era o grande incômodo para desejar uma vida longa nele. A história nos tem mostrado que as facilidades e prazeres da vida têm afastado as pessoas de uma vida de fé. A riqueza, a tecnologia e a conseqüente vida secularizada têm aniquilado a esperança do céu. “O mundo é tão bom, apesar de alguns maus e males”, dizem eles. Quase que as igrejas batistas não cantam mais sobre o céu e hinos como “Da minha pátria estou mui longe” são praticamente desconhecidos pelos jovens. Mensagem sobre o final do mundo e a volta de Jesus são cada vez mais raras. Atualmente, a maioria dos crentes vive como Jesus nunca fosse voltar e ainda se esquecem que há uma ocasião determinada para o fim dos tempos em Mateus 24.14. Entre 1970, quando éramos 90 milhões, e 2010, quando somos cerca de 192 milhões de brasileiros, a população sem Cristo dobrou nesses 40 anos. Que peçamos a Deus que nos tire desse comodismo e terrível conformismo, que renove a nossa esperança do dia do Senhor e nos conduza à prática exaustiva da evangelização e do discipulado.
CONSELHOS PRÁTICOS PARA A VIDA CRISTÃ (1TS 5.12-24)
Qual seria a maneira mais relevante e produtiva para vivermos a vida cristã? É incrível que o mundo não mudou tanto de lá para cá. Paulo começa exortando quanto à honra que é devida aos que exercem liderança na igreja. A tendência do ser humano é diminuir e aniquilar os que lhe apontam os erros.
João Batista foi morto por contrariar a vida errada de Herodes (Jo 14.3-12). Um hindu, devoto usuário do Rio Ganges, quebrou o microscópio do missionário que lhe mostrou quão impuras eram aquelas águas!
O conselho é estimar e amar os que nos ajudam na vida cristã. Onde há discipulado, a reciprocidade e a responsabilidade de uns para com os outros é absolutamente rotina. A prática das virtudes mencionadas e requeridas são temas e ações contempladas em qualquer programa simples de discipulado. Você está discipulando alguém? Em que dia da semana vocês se encontram para estudo e compartilhamento?
A NECESSIDADE DE ORAR PELOS LÍDER (2TS 3.1-2)
Como faz bem aos pastores e líderes ouvirem a frase: “Estou orando pelo irmão”. Melhor ainda é quando isso significa todos os dias! Quem mais ora pelo pastor é mais abençoado pelas suas mensagens. Ora por que ama e ama porque ora. Os melhores lugares para os nossos líderes são nos nossos corações e joelhos! Não caiamos na tentação de tê-los na ponta dos pés ou na ponta da língua! Uma grande inspiração dessa prática está em Êxodo 17.11 e 12. Aproveitem agora, parem por um instante a lição e orem pelo pastor e líderes que trabalham entre vocês. E orem diariamente por eles. Sua vida e a vida deles, famílias, igrejas e comunidade serão mais abençoadas e abençoadoras.
CONCLUSÃO: A OBSERVÂNCIA NA DOUTRINA (2TS 3.4-15)
A igreja é um corpo e precisa estar ajustado e unido para o bem estar comum. Se todos praticarem a doutrina bíblica eram mais facilidade e oportunidade de se ajudarem mutuamente. Todas as sociedades têm os seus regimentos e normas que devem ser observados por todos. Não é o mais importante aquilo que cada um pensa!
O que foi estabelecido e aceito como a verdade bíblica pela igreja e denominação deve ser instrumento de união e não de confusão. As maiorias das desavenças doutrinárias ocorrem por falta de amor, humildade, submissão e ética. O inimigo não é o irmão, mas o Diabo. O valor maior não são as coisas, mas as pessoas. “Vós, porém, irmãos, não vos canseis de fazer o bem” (2Ts 3.13).
DOIS LIVROS DO DR. AUGUSTUS NICODEMUS
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Esta obra é uma tentativa de abordar biblicamente algumas das questões contemporâneas relacionadas com a plenitude do Espírito Santo. Estou consciente de que existem diferentes opiniões entre os evangélicos. O objetivo deste ensaio é procurar esclarecer alguns pontos. A abordagem parte do ensino que o apóstolo Paulo nos dá sobre o tema, em sua carta aos Efésios, do capítulo 5:15 até o capítulo 6:9.
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“A doutrina sobre a obra do Espírito Santo é uma dádiva de João Calvino à Igreja de Cristo… Nos amplos departamentos doutrinários sobre “A Graça Comum”, “Regeneração”, e “O Testemunho do Espírito” do livro terceiro das Institutas, Calvino foi o primeiro a desenvolver a doutrina da obra do Espírito Santo, e a dar a toda a doutrina so Espírito Santo uma formulação sistemática, fazendo dela uma possessão inalienável da Igreja de Deus.” – B. B. Warfield
Sobre o Autor:
Dr. Augustus Nicodemus G. Lopes
Doutorou-se em Hermenêutica e Estudos Bíblicos (Ph.D., NT) no Westminster Theological Seminary (1993). É Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de vários livros, entre eles “Calvino, o Teólogo do Espírito Santo” (1996), “O que Você Precisa Saber sobre Batalha Espiritual” (1997), “Calvino e a Responsabilidade Social da Igreja” (1997), “A Bíblia e a Sua Família” (2001), “O Culto Espiritual” (2001), “A Bíblia e Seus Intérpretes” (2004), além de diversos artigos.
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OUÇA UMA ÓTIMA MENSAGEM DE =TIM KELLER=
A salvação não custa nada, porém o discipulado nos custa TUDO...
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